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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Harry Potter

Acabei de chegar da pré-estréia do filme "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2", o último saga Harry Potter. Estou vidrado, estático, mirando o horizonte e pensando "E agora?". Não sei o que fazer. E agora, o que fazemos? Relemos os livros? Reassistimos aos filmes? Seguimos e acreditamos na idéia otimista de que este não foi o fim? Esperamos a nossa carta de Hogwarts chegar? Não sei. Simplesmente não sei.

Com relação ao filme em si, ele é fantástico e emocionante. Eu queria ter chorado. Eu queria MUITO ter chorado, mas não consegui. Eu sentia que tudo acabava ali, mas não conseguia exteriorizar o meu sofrimento. Emocionei-me sim, mas as lágrimas não se atreveram a sair dos olhos. E me emocionei em partes bastante bobas, como a que a Minerva McGonagall se põe na frente do Harry e duela com o Snape. Outra que também mexeu comigo foi aquela na qual a Molly diz para a Bellatrix: "Com a minha filha não, sua vadia!" e as duas duelam. Fantásticas.

Bom, acho que já desabafei o quanto precisava. Antes que eu me vá, lembrem-se de duas coisas: por mais que este seja o suposto "fim", não se esqueçam de que Harry Potter estará sempre no coração dos fãs e que Hogwarts, como disse a própria J.K. Rowling, sempre estará para lhe receber de braços abertos.

Um abraço de quem está sofrendo muito no momento,
Alexandre.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O meu cachorro

Ele era meu amigo. E fazia tempo que eu não sentava para conversar com ele.
Hoje, decidi que precisava jogar conversa fora por alguns minutos. Sentei-me lá no chão quintal e comecei a fazer carinho nele e, sabendo que ele andava muito doente, sentia a tristeza me dominar.

Lembrei-me dos momentos que vivi ao lado dele, buscando no meu amigo a felicidade que me faltava no momento. E ele me trazia. Ouvia os meus problemas sempre com o rabo abanando e um sorriso no rosto (sim, para mim, os cães são mais expressivos que seres humanos).

Encostei-me na parede, de braços cruzados, mirando o horizonte e pensando na vida, quando ele encostou a cabeça no meu ombro e, com a pata, bateu-me várias vezes pedindo atenção. Quando o atendi, ele se deitou em paz ao meu lado e dormiu, dormiu, dormiu e não acordou mais.

Vou sentir falta do meu amigo. Espero que ele esteja bem. E obrigado pelos gratificantes momentos propiciados. Receba um abraço (e um osso) de quem te amou e te ama muito. :)